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Você quer um futuro maisseguro?
Roberto Vieira Ribeiro

Este artigo é uma encomenda.
É isso mesmo, alguém que acompanha o que escrevo, escreveu sugerindo que eu
escrevesse o que estou escrevendo agora. E, que você vai ler até o fim,
espero. Principalmente, porque poderá fazer por você o bem que já fez para o
João. Essa foi a razão que o levou a me propor este artigo.

Pois é, nestes tempos em que ninguém tem tempo para fazer tudo o que precisa
ou quer, ainda encontramos pessoas que investem tempo para compartilhar com
os outros os benefícios de suas descobertas pessoais. Assim é o João. Um
Representante Comercial que conheço só pela internet. Mas, sei que exerce
esta profissão com brilho e competência e, que tem outras atividades mais.
Certamente, é o tipo de gente que é bom ter por perto. Os clientes também
sabem disto e apreciam. O que resulta em uma agenda carregada de
compromissos profissionais.

A rotina do João é típica de um vendedor dinâmico, inclui muitos
telefonemas, deslocamentos constantes e viagens também. O que assegura um
algo a mais em adrenalina. Afinal de contas o trânsito não está pra
brincadeiras, não é verdade? E, foi justamente o susto ao atravessar a rua
que o fez refletir a respeito de segurança. É que ele sempre acreditou que
se manter atualizado e dar duro era a coisa certa a fazer para garantir o
presente e o futuro da família. No que está com a razão. Mas, será o
suficiente?

Este assunto ficou em evidência na sua viagem mais recente, quando
presenciou uma apresentação que o fez ser picado pelo bicho do 'e, se?'. É o
que consegue os melhores vendedores. Despertam no cliente um interesse tal
que ele assume a posição deles na negociação. Enquanto o vendedor faz as
vezes de consultor/conselheiro. Assim, é o próprio cliente quem faz a
maioria das perguntas, e as responde também. Contando para isso com o apoio
do especialista ali presente. Logo, é bem provável que o negócio seja
concretizado.

De fato, a apresentação daquele agente de seguros foi excelente porque tocou
nos pontos certos e, fez a platéia pensar:

- E, se algum acidente me impedir de trabalhar? O que seria da minha
família?
Afinal de contas, tudo o que tenho é um contrato de representação, sem ao
menos as garantias da carteira assinada!
- E, se eles puderem contar com uma boa renda no caso de alguma fatalidade?
- E, se eu economizar ou não investir no seguro, como me sentirei sabendo
que é necessário e importante?
- E, se eu proporcionar esta oportunidade para os demais vendedores da
equipe, também? Eles merecem e há mensalidades acessíveis!
- E, se as representadas aceitarem incluir o seguro no contrato de
representação? Seria um investimento pequenino para elas. Com possibilidade
de ser abatido no imposto de renda, além de ser um grande estímulo para
aumentar a produtividade.

O João me disse que outra pessoa já teria se convencido das vantagens, e não
ficaria mais um minuto sequer sem as vantagens daquele seguro. Não é
assim que fazemos com o automóvel? Sempre que compro um carro novo só o
retiro da loja após ter certeza de que o seguro está valendo. Então, fiquei
com a 'pulga atrás da orelha': como ele poderia se arriscar na viagem de
volta sem garantir a segurança financeira da sua família?

Tem coisas que a gente paga para não usar, isso é típico da vida moderna. A
princípio, dá uma sensação de dinheiro jogado fora, mas quando o indesejado
acontece... Foi assim aquela vez que me roubaram o carro, após tantos anos
renovando o seguro em vão. Quando terminei de atender as pessoas depois da
palestra e não o vi, senti um vazio no estômago maior que o espaço vago. Só
quem já teve esta experiência pode avaliar direito como é este sentimento.
E, se eu não tivesse renovado o seguro?

No fundo no fundo, o João já estava arrependido de não ter contratado esta
segurança a mais tempo. Ele já tinha ouvido falar do produto e pensava que o
conhecia direito. Mas, como em qualquer ramo há os bons profissionais e os
outros. Sabe como é? Tem 'vendedor' que vem com aquela conversa ensaboada e
deixa o freguês com medo de fazer papel de otário. No passado, o João quase
foi vítima de um. E, momentos importantes poderiam ter se transformado em
partos. O nascimento dos filhos. Mas, como era recém casado e os bebês
estavam nos planos foi atrás de um profissional, de fato, e contratou o
plano de saúde.

Esta lembrança foi a gota d'água. E, após confirmar que o corretor e a
seguradora eram idôneos, João fechou o negócio. Sentindo-se, agora sim, mais
seguro.
Quanto a mim, vou procurar meu agente para aumentar o seguro que tenho.
E, você, já está seguro?

Data de Publicação: 16/12/2002


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